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	<title>GameBunker</title>
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	<description>- Noticias, Analises, Forum, Xbox 360, PS3, PC, PSP, DS, iPhone e tudo do universo dos Games</description>
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		<title>Board games &#8211; A nova geração</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 03:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Encho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Boardgames]]></category>

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		<description><![CDATA[Está por dentro da "Nova Escola" dos jogos de tabuleiro? Se não, está marcando bobeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<fb:like href='http://www.gamebunker.com.br/2012/04/25/board-games-a-nova-geracao/' send='true' layout='standard' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><p>Nos anos 70 dezenas de jogos de tabuleiro chegaram ao mercado brasileiro, trazidos pela gigante Brinquedos Estrela. Enquanto EUA e Europa já viviam uma revolução nesse mercado, a Estrela não queria arriscar e fugir do seu público infantil. A estratégia foi trazer os jogos mais simples ou de caráter educativo, que pudessem ser ensinados por pais e professores aos filhos, e foi então que vieram Banco Imobiliário (criado em 1935 nos EUA) e o Jogo da Vida (o pioneiro de todos os jogos de tabuleiro, de 1860), entre outros. Foi então que nasceu outra empresa, já interessada no mercado de jogos para adolescentes e adultos, e logo com seu primeiro jogo construiu seu império: em 1972 chegava às prateleiras o jogo WAR, da recém fundada Grow. Como eles não tinham dinheiro para licenciar o sucesso americano Risk, eles fizeram pequenas modificações visuais e no esquema de regras e lançaram assim mesmo.</p>
<div id="attachment_6761" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/25/board-games-a-nova-geracao/estrelavsgrow/" rel="attachment wp-att-6761"><img class="size-medium wp-image-6761" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/estrelaVSgrow-300x112.jpg" alt="" width="300" height="112" /></a><p class="wp-caption-text">Enquanto a Estrela insistiu no mercado infantil, a Grow apostou em jogos adultos</p></div>
<p>De lá para cá as duas empresas lançaram MUITOS jogos. Enquanto a Estrela insistia no mercado infantil com uma variação imensa de engenhocas (usando tudo que podiam tirar de sua imensa fábrica de brinquedos), a Grow fez uma parceria com a Hasbro e trouxe vários jogos estrangeiros como Detetive, Imagem &amp; Ação, Interpol, e até os primeiros RPGs como Dungeons &amp; Dragons. Porém em algum momento, provavelmente quando os video-games chegaram detonando o mercado de entretenimento, as duas empresas esfriaram de uma vez só e se limitaram a relançar seus maiores títulos, às vezes em versões especiais como Turma da Mônica, heróis dos quadrinhos, etc. Aos poucos os únicos jogos que se mantiveram foram justamente os que atingiam o público adulto, que provavelmente cresceu jogando esses jogos nas últimas 4 décadas.</p>
<p>Com a visibilidade da internet e a facilidade para importação de produtos estrangeiros, vários brasileiros começaram a acompanhar a nova era dos jogos de tabuleiro que acontece já a algum tempo no exterior. Como se trata de um produto estrangeiro, os fãs por aqui estão chamando esses jogos de &#8220;boardgames modernos&#8221;. Se você nunca jogou um ou ainda não entende a diferença entre os jogos da Grow e essa nova geração, seja bem vindo ao novo vício de milhares de pessoas ao redor do mundo. Basicamente os jogos vêm de duas tradições completamente diferentes: a Americana, com jogos complexos, longos e quase sempre envolvendo discussão, cooperação e até traição; e a Européia, com jogos mais objetivos, de poucas regras mas com muita liberdade para criação de estratégias e táticas. Um é mais emocional, outro é mais cerebral, mas ambos frequentemente apresentam todas essas características. Além disso ambos são subdivididos em uma dezena de categorias, como card-games (apenas cartas, como Magic e Yugioh), war-games (como WAR ou até mais elaborados como os jogos de miniatura da Avalon Hill, que originaram o RPG), word games (jogos que brincam com a linguagem, que vão desde Academia até um simples Caça-Palavras), e muitos muitos outros.</p>
<div id="attachment_6762" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/25/board-games-a-nova-geracao/carcasonne/" rel="attachment wp-att-6762"><img class="size-medium wp-image-6762" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/carcasonne-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O jogo Carcassonne foi publicado no Brasil pela Devir, mas não foi muito divulgado.</p></div>
<p>A grande inovação é a variedade de estratégias que até um jogo de regras muito limitadas pode gerar. Em WAR você tinha uma variedade de objetivos, mas no final o jogo era sempre mais ou menos a mesma coisa: juntar tropas e depender dos dados para vencer. A Devir lançou no Brasil em 2002 um jogo chamado Carcassonne, um jogo alemão que não emplacou aqui (talvez por baixa divulgação) mas é sucesso mundialmente até hoje, que consiste em construir cidades medievais, fortes, estradas e fazendas. Cada jogador vai colocando uma peça do tabuleiro por vez e cada construção rende um número de pontos, mas as regras simples geram uma quantidade absurda de estratégias.</p>
<p>Alguns jogos também possuem objetivos cooperativos, ou seja, ao invés das pessoas se odiarem e competirem entre si elas podem se unir para tentar vencer as regras de um determinado jogo. O mercado brasileiro chegou a ver Interpol, lançado pela Grow e baseado no famoso Scotland Yard, aonde um dos jogadores fugia e o restante se unia para tentar capturá-lo pelas ruas de Londres. Um boardgame moderno lançado pela americana Fantasy Flight, de nome Arkham Horror, ficou famoso por ser 100% cooperativo. Os jogadores precisam caminhar pela cidade de Arkham enquanto enfrentam monstros e resolvem pequenos mistérios para tentar fechar os portais que retornarão um dos Grandes Antigos (inspirados nos contos de H.P. Lovecraft). Se não conseguirem, a criatura despertará e eles ainda terão uma última chance ao enfrentá-la, cuja dificuldade varia dependendo do quão bem os jogadores se saíram. Muitas estratégias possíveis e desdobramentos de situações com um mesmo sistema de regras.</p>
<div id="attachment_6763" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/25/board-games-a-nova-geracao/war-of-the-ring/" rel="attachment wp-att-6763"><img class="size-medium wp-image-6763" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/war-of-the-ring-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Guerra do Anel é dado por muitos como um dos melhores board games co-op já feitos.</p></div>
<p>Ao contrário do que normalmente acontece nos vídeo-games, os boardgames baseados em filmes, séries, livros e etc costumam ser muito bons, o que tem atraído muitos jogadores. Jogos como Senhor dos Anéis, A Game of Thrones, Starcraft, World of Warcraft e Battlestar Gallactica figuram como alguns dos melhores boardgames já lançados, trazendo sistemas de regras personalizados que simulam a experiência da obra original e muitas opções divertidas para dar aos jogadores vários rumos diferentes além da história que eles já conhecem.</p>
<p>Infelizmente a grande maioria desses jogos não são vendidos no Brasil. A grande maioria, principalmente os licenciados de outras obras, enfrentam problemas legais para comercialização no país. Felizmente algumas empresas de vez em quando arriscam e trazem alguma coisa, como a Grow que de repente surpreendeu e lançou o Colonizadores de Catan (um sucesso europeu de 1995) em 2011 por aqui. O jogo pode ser encontrado por todo o país e vem reunindo muitos fãs, mas não parece que mais jogos serão lançados. Talvez ele tenha impressionado a Grow justamente por ser uma evolução daqueles jogos que ela tanto comercializou nos anos 80 e 90, com poucas regras, poucas peças e muito inteligente. O jeito mais fácil continua sendo comprar pelo E-bay ou em sites da gringa (<a href="http://amazon.com">Amazon</a> ou <a href="http://www.bookdepository.co.uk/">Book Repository</a>), ou ainda em sites de fãs daqui mesmo como o <a href="http://www.ilhadotabuleiro.com.br">Ilha do Tabuleiro</a>, aonde você pode conseguir jogos semi-novos, usados ou conhecer mais jogadores.</p>
<p>Em breve vamos fazer também reviews de alguns Boardgames aqui no GameBunker. Aguardem!</p>
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		<title>Preparem-se, continuações estão a caminho&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 03:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauco Bertu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Após o anúncio de God of War: Ascension, damos nossa opinião sobre o indesejável caminho pelo qual vem trilhando a indústria de games.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<fb:like href='http://www.gamebunker.com.br/2012/04/25/preparem-se-continuacoes-estao-a-caminho/' send='true' layout='standard' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><p>Se você esteve antenado aos últimos rumores e movimentações do mundo dos games, deve estar por dentro da última jogada de mestre da Sony. A empresa vinha aos poucos atiçando a curiosidade da mídia e do público, e depois de algumas semanas finalmente a divulgação oficial foi feita: um novo God of War será lançado, supostamente daqui a um ano. Mas o que esse anúncio significa, na verdade?</p>
<div id="attachment_6795" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/25/preparem-se-continuacoes-estao-a-caminho/gow1/" rel="attachment wp-att-6795"><img class=" wp-image-6795 " style="border-image: initial; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid;" title="gow1" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/gow1.jpg" alt="" width="480" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">sugando até a última gota</p></div>
<p>Bem, a princípio, nada demais. Os fãs da série provavelmente ficaram felizes por saberem que a história de Kratos terá mais um episódio; e sendo essa uma das franquias de maior sucesso dos últimos anos é, de certa forma, natural que continuasse ganhando continuações. Não é só o caso de God of War, mas de várias outras franquias.</p>
<p>Halo, Assassin’s Creed, Resident Evil, todas são exemplo do que vem ocorrendo com a indústria de games. Se repararem bem, a maior parte dos grandes lançamentos e blockbusters anunciados para este ano são continuações, muitas vezes dando seguimentos a histórias já terminadas, o que por sua vez leva à criação de jogos cada vez mais vazios. Não fossem os indies estaríamos atolados em um mar de mesmices, e ainda assim eles são hoje mais uma alternativa do que uma solução.</p>
<div id="attachment_6796" class="wp-caption aligncenter" style="width: 511px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/25/preparem-se-continuacoes-estao-a-caminho/gow2/" rel="attachment wp-att-6796"><img class=" wp-image-6796 " style="border-image: initial; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid;" title="gow2" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/gow2.jpg" alt="" width="501" height="261" /></a><p class="wp-caption-text">precisamos MESMO de outro Halo?</p></div>
<p>Muita gente tem culpa nessa história, mas ao meu ver os grandes vilões são as publishers. Nesse mercado milionário a palavra final sobre o que sai ou não sai é, na grande maioria das vezes, das publishers. E como continuações são investimentos mais seguros, a escolha acaba sendo fácil. Uma produtora ou outra, que tem cacife para se bancar, consegue fugir desse ciclo, mas não a maioria. Como gamer, desenvolvedor de jogos e sub-editor desse blog fico curioso &#8211; e triste &#8211; em ver que uma indústria que nasceu e prosperou da criatividade de gerações passadas agora sobrevive de arquivar novas idéias em prol da reciclagem de coisas já feitas, maquiadas para parecerem novas e interessantes novamente. É isso ou os game designers do mundo resolveram, todos ao mesmo tempo, entrar em bloqueio criativo. De qualquer forma, é lamentável.</p>
<p>Nós também temos parte da culpa. Se as publishers insistem em continuações sem sentido é porque o mercado aceita isso; ou pior, muitas vezes pede por elas. Enquanto continuarmos consumindo toda e qualquer porcaria que for colocada nas prateleiras, o problema nunca vai acabar.</p>
<div id="attachment_6797" class="wp-caption aligncenter" style="width: 487px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/25/preparem-se-continuacoes-estao-a-caminho/gow3/" rel="attachment wp-att-6797"><img class=" wp-image-6797 " style="border-image: initial; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid;" title="gow3" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/gow3.jpg" alt="" width="477" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">da série &quot;Coisas que poderiam ter sido evitadas&quot;</p></div>
<p>A verdade é que a indústria precisa de novidades. E por mais que os fãs gostem de continuações, eles também gostam de ver o fim das histórias dos personagens com que se envolvem. Mass Effect é um exemplo, por mais que tenha um final de qualidade duvidosa e que já tenham anunciado que eventualmente trabalharão em novos jogos da série. Outro exemplo é Kingdoms of Amalur, que mesmo sendo um título original vendeu mais 400.000 unidades só nos Estados Unidos e é a prova incontestável de que novos jogos também dão dinheiro. Provavelmente, vai virar uma franquia com no mínimo 2 continuações.</p>
<p>Se querem saber, acho que já passou da hora de desapegar.</p>
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		<title>Ragga Drops &#8211; Resident Evil 6</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 00:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauco Bertu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Playstation 3]]></category>
		<category><![CDATA[Ragga Drops]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil 6]]></category>
		<category><![CDATA[Survival Horror]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo com informações escassas, o novo Resident Evil promete consertar os erros dos anteriores e tem tudo para dar certo. Será?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<fb:like href='http://www.gamebunker.com.br/2012/04/19/ragga-drops-resident-evil-6/' send='true' layout='standard' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><p>A série Resident Evil é daquelas que vive passando por altos e baixos. Todos nós já passamos bons &#8211; e assustadores &#8211; momentos com algum dos jogos da série, mas já faz algum tempo que a Capcom deve algo verdadeiramente legal aos fãs. Pode parecer que não, mas já se passaram 3 anos do lançamento de Resident Evil 5, que é bem mais ou menos, e o último spinoff, o Operation Raccoon City, quase não é digno de nota. Não há, então, momento melhor para um retorno triunfante, e é o que a Capcom pretende com o lançamento de Resident Evil 6, previsto para o fim desse ano.</p>
<p>Mesmo não faltando tanto tempo assim para o lançamento, os detalhes acerca do novo Resident Evil ainda estão sendo mantidos em segredo, e sendo liberados em doses homeopáticas. Pelas informações e trailers divulgados já deu para sacar que a história girará em torno dos veteranos Chris Redfield e Leon Kennedy, e do novato Jake Mueller. Aparentemente os três trilharão caminhos diferentes da mesma história e ao longo da trama acabarão trombando com outros personagens clássicos, como Ada Wong.</p>
<div id="attachment_6780" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/19/ragga-drops-resident-evil-6/c58_2/" rel="attachment wp-att-6780"><img class="wp-image-6780 " style="border-image: initial; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid;" title="resident-evil-6-01" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/c58_2.jpg" alt="" width="480" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">o novato Jake Mueller é filho de Wesker</p></div>
<p>Se tratando de gameplay, a Capcom mandou bem: decidiu ouvir o feedback dado pelos jogadores a respeito dos últimos jogos para decidir o melhor rumo a tomar neste. E a decisão acabou sendo manter o estilo visto em RE4 e RE5 &#8211; incluindo melhorias como poder andar e atirar simultaneamente (finalmente!) e sistema de cobertura-, e ao mesmo tempo diminuir o ritmo do jogo para que ele volte a ter o feeling dos antigos survival horror. A menos que pequem na execução, tem tudo para dar certo.</p>
<p>A princípio, Resident Evil 6 chega às lojas em outubro, para PS3 e Xbox 360.</p>
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		<title>Minigame &#8211; FEZ</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 00:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauco Bertu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda edição da nossa coluna traz FEZ, um puzzle plataformer que vai explodir sua cabeça.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<fb:like href='http://www.gamebunker.com.br/2012/04/19/minigame-fez/' send='true' layout='standard' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><p>Olá e bem-vindos à segunda edição do Minigame, nossa coluna quinzenal sobre indie games e coisas distribuídas digitalmente. Essa semana nossa pauta é FEZ, um jogo de plataforma como nenhum outro que você já jogou.</p>
<p>Pode ser que você não se lembre, mas provavelmente já ouviu falar de FEZ. Ele não só foi um dos objetos de estudo do documentário Indie Game: The Movie como está na mídia já há algum tempo, o que gerou um certo hype ao redor do jogo. Felizmente o resultado da longa espera &#8211; FEZ estava em desenvolvimento desde 2007 &#8211; foi algo diferente, inovador e extremamente envolvente.</p>
<div id="attachment_6768" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/19/minigame-fez/mg2_01/" rel="attachment wp-att-6768"><img class=" wp-image-6768  " style="border-image: initial; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid;" title="fez-01" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mg2_01.jpg" alt="" width="504" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">FEZ mistura elementos 2D e 3D para criar quebra-cabeças</p></div>
<p>FEZ conta a história de Gomez, uma criaturinha bonitinha a quem foi incumbida a simples missão de salvar o universo de um colapso total. Para isso, Gomez deve viajar mundo afora coletando fragmentos de um cubo dourado, que quando intacto garante a estabilidade do universo. Todos sabemos que um plot extremamente genérico, mas aparentemente era para ser assim mesmo; o próprio jogo faz piadas em relação a isso o tempo todo. E nada melhor do que enfeitar uma busca maluca com alguns mistérios para dar uma motivada.</p>
<p>E o que começa como um simples joguinho de plataforma sofre, literalmente, um <em>paradigm shift</em> que muda completamente a forma como o jogo progride. Para desvendar os puzzles do jogo, você deve girar a câmera, algo no mínimo inusitado, se tratando de um jogo 2D, e utilizar-se das alterações de perspectiva para alcançar lugares e fazer coisas que sob uma outra visão podem parecer impossíveis. Chega a ser difícil de explicar, mas quando se está em frente à tela, a coisa flui de uma maneira tranquila, e é fácil se acostumar com as loucuras que uma simples alteração de ponto de vista possa vir a causar.</p>
<div id="attachment_6769" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/19/minigame-fez/mg2_02/" rel="attachment wp-att-6769"><img class=" wp-image-6769 " style="border-image: initial; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid;" title="fez-02" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mg2_02.png" alt="" width="510" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">um dia qualquer no mundo de FEZ</p></div>
<p>FEZ consiste basicamente nisso: pular, girar a câmera e coletar cubos. É bem simples mesmo, mas na simplicidade o jogo consegue criar desafios extremamente inteligentes eu que muitas vezes dão trabalho. Agora, o que dá trabalho mesmo é navegar entre os diferentes cenários. O entra-e-sai de portas acaba ficando bastante confuso e é bem fácil ficar perdido, mesmo com os portais de transporte rápido.</p>
<p>O jogo é consideravelmente extenso, e como nem todos os quebra-cabeças são óbvios, dá para gastar um tempo no mundo de FEZ. Isso sem falar nos itens colecionáveis e nos infames anti-cubos, que são tão divertidos quanto difíceis de serem encontrados. Além disso, a arte é bem bonita e a trilha sonora fecha o pacote de um jeito magnífico.</p>
<div id="attachment_6770" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><a href="http://www.gamebunker.com.br/2012/04/19/minigame-fez/mg2_03/" rel="attachment wp-att-6770"><img class=" wp-image-6770 " style="border-image: initial; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid;" title="fez-03" src="http://www.gamebunker.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mg2_03.jpg" alt="" width="504" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">as coisas por aqui nem sempre são tão simples quanto parecem</p></div>
<h3>Mas vale meu dinheiro?</h3>
<p>Em uma palavra, vale. FEZ, no fim das contas, é um jogo que mistura elementos de plataforma com quebra-cabeças a la Escher (se você não quem é, pergunte ao Google) que te diverte do começo ao fim. Com desafios em níveis saudáveis, uma arte bem resolvida e uma boa dose de maluquice, o jogo é um prato cheio para quem gosta do gênero. E apesar de não ser o primeiro a fazer esse tipo de brincadeira com a perspectiva &#8211; outros jogos como Super Paper Mario, Ecochrome e até mesmo God of War 3 já fizeram isso &#8211; FEZ merece pontos pela forma como utilizou a mecânica; que é na verdade o grande diferencial do jogo.</p>
<p>Por enquanto, FEZ é exclusivo da Xbox Live Arcade  e 800 Microsoft Points, mas segundo os desenvolvedores novas plataformas estão sendo analisadas. Fique de olho.</p>
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